
Dra. Julianna Leão
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Encontre um advogado trabalhista de confiança para orientar sua rescisão, horas extras, assédio, FGTS, acidente de trabalho ou reconhecimento de vínculo. Todos os profissionais listados abaixo são parceiros verificados, com OAB ativa e especialização em Direito do Trabalho.

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Nem toda situação exige processo. Muitas dúvidas se resolvem com uma orientação inicial. Vale buscar um advogado trabalhista quando você vive alguma destas situações:
O advogado trabalhista atua em toda relação entre empregado e empregador — na fase preventiva (revisão de contratos, políticas internas, acordos) e na fase contenciosa (ação na Justiça do Trabalho, defesas e recursos). As frentes mais comuns são:
Confere aviso prévio, férias, 13º, FGTS + multa de 40%, guias e prazos.
Cobra horas não pagas, intervalos suprimidos e adicional noturno.
Processa casos de humilhação, ameaça, exposição indevida e assédio sexual.
Requer estabilidade, indenização e reparação por incapacidade.
Prova em juízo relação de emprego mascarada como PJ, MEI ou informal.
Pede salário igual ao de colega que exerce a mesma função.
Os honorários variam conforme a complexidade da causa, o valor envolvido e a região. Os três modelos mais comuns no Brasil são:
Percentual do valor recebido (em geral 20% a 30%). Sem cobrança inicial — é o modelo mais usado por empregados.
Valor combinado no início do trabalho. Comum em consultorias, defesas de empregador e acordos extrajudiciais.
Usado em pareceres, revisão de contratos e assessoria pontual a empresas.
A OAB de cada estado publica uma tabela mínima de honorários de referência. Se você não tem condições de pagar, veja abaixo como conseguir advogado gratuito.
Toda inscrição de advogado é pública. Consulte gratuitamente no site do Conselho Federal da OAB (cna.oab.org.br) — nome, número, seccional e situação.
Direito do Trabalho tem particularidades. Prefira quem atua na área diariamente, não quem "pega qualquer causa".
Bom advogado explica o cenário realista: chance de êxito, prazos, valor estimado e o que pode dar errado. Fuja de quem promete vitória garantida.
O contrato define modelo (êxito, fixo, por hora), percentual, forma de pagamento e o que acontece em caso de acordo. É seu direito.
Você precisa entender o que está sendo feito. Se o advogado não responde ou usa só juridiquês, é sinal ruim.
Se você não tem condições de pagar as custas do processo, o advogado deve pedir a justiça gratuita já na petição inicial.
Se você não tem condições de pagar honorários, existem alternativas legítimas e gratuitas:
Nossos parceiros atendem presencial ou online. Principais praças cobertas:
Atendimento online disponível em todo o território nacional — a maioria das consultas trabalhistas pode ser feita por videochamada, com envio de documentos por WhatsApp ou e-mail.
O advogado trabalhista defende empregados e empregadores em conflitos ligados à relação de trabalho: cálculo e revisão de rescisão, horas extras, adicional de insalubridade e periculosidade, assédio moral e sexual, acidente de trabalho, equiparação salarial, FGTS, reconhecimento de vínculo e ações contra dispensa discriminatória. Também atua preventivamente, revisando contratos, acordos individuais e políticas internas.
Os honorários variam conforme a complexidade da causa e a região. Os modelos mais comuns são: (1) honorários por êxito — o advogado recebe um percentual (geralmente 20% a 30%) do valor recebido pelo cliente, sem cobrança inicial; (2) honorários fixos — valor combinado no início, comum em consultorias e defesas de empregador; (3) honorários por hora, usado em pareceres. A OAB de cada estado publica uma tabela mínima de referência.
Existem três caminhos principais: (1) Defensoria Pública da União ou do Estado, para quem comprova hipossuficiência financeira; (2) Núcleos de Prática Jurídica de universidades, que oferecem atendimento gratuito supervisionado; (3) Sindicato da categoria, que costuma disponibilizar assistência jurídica gratuita aos associados. Em qualquer ação trabalhista, também é possível pedir a justiça gratuita, isentando o autor das custas processuais.
Em média, um processo trabalhista de rito ordinário dura entre 1 e 3 anos em primeira instância. Casos mais simples, com acordo em audiência inicial, podem ser resolvidos em poucos meses. Recursos e execução podem estender o prazo total.
O prazo é de 2 anos após o fim do contrato de trabalho para ajuizar a ação. Dentro desse período, podem ser cobrados os últimos 5 anos de direitos não pagos (prescrição quinquenal). Perder esse prazo significa perder o direito de reclamar em juízo.
Sim. A Reforma Trabalhista (Lei 13.467/2017) exige que cada parte — empregado e empregador — esteja assistida por advogado próprio na homologação de acordo extrajudicial perante a Justiça do Trabalho. Um mesmo advogado não pode representar os dois lados.
Verifique se possui OAB ativa (consulta gratuita no site do CFOAB), se é especializado em Direito do Trabalho, se explica com clareza os riscos e a chance real de êxito, se apresenta contrato de honorários por escrito e se responde suas dúvidas em tempo razoável. Desconfie de promessas de vitória certa ou de valores exatos antes da análise dos documentos.
Sim. Todos os profissionais que aparecem no Direito do Empregado são parceiros verificados: conferimos a OAB ativa, especialização em Direito do Trabalho e canais de contato antes de publicar o perfil.
Torne-se um parceiro do Direito do Empregado e apareça para milhares de visitantes mensais buscando exatamente o seu serviço.
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